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Inspetoria Nossa senhora Aparecida envia 3 missionárias Nossa Agenda
Sendo a vocação missionária é parte essencial do Instituto das Filhas de Maria Auxiliadora (FMA), Irmãs são enviadas por um período de um ano em terras de missão

Na última quarta-feira (08), aconteceu, na Inspetoria Nossa Senhora Aparecida de Porto Alegre, o envio de três Irmãs Missionárias: Ir. Carmen Demarchi, Ir. Cristina Schorck e Ir. Maristela M. Trindade. Ir. Carmen e Ir. Cristina vão para a Inspetoria Santa Terezinha, de Manaus, e Ir. Maristela para a Inspetoria Nossa Senhora da Paz, de Cuiabá. As três Irmãs são enviadas por um período de um ano em terras de missão. A vocação missionária é parte essencial do Instituto das Filhas de Maria Auxiliadora (FMA) e a Inspetoria Nossa Senhora Aparecida se alegra com a possibilidade de colocar suas Irmãs a serviço.

 

Além das três missionárias, a Inspetoria Nossa Senhora Aparecida também envia, neste início de ano, a Ir. Lúcia Nair Tironi para o Recife, onde comporá a comunidade de Aspirantado e Postulado.

 

A seguir, uma breve entrevista com Ir. Carmen Demarchi, uma das três novas missionárias:

 

Como nasceu meu sonho de ser missionária?

 

Quando pequena, sempre ouvia o padre falar na missa que a Igreja necessita de muitos missionários e que ajudar o próximo agrada a Deus. Manifestei meu desejo a meus pais, mas eles disseram que eu era muito pequena para isso. E assim fui sufocando esta vocação. O tempo foi passando e o sonho foi ficando. Terminado o ensino médio, senti-me chamada à Vida Religiosa, pois sempre quis fazer o bem aos outros. No início de minha formação, surgiu a oportunidade de fazer uma experiência missionária por um mês, nas missões do Mato Grosso. Não tive dúvida, fiz o pedido e fui aprovada.  Foi uma experiência que marcou minha vida. Como FMA, desenvolvi cada atividade como uma missão, mas meu desejo sempre foi para algo mais específico.

 

No final do ano, quando a inspetora Ir. Ivone Ranghetti me fez a proposta de ir para o Amazonas, terra de missão, vibrei de alegria por poder ter a oportunidade de realizar mais um passo na minha vocação. Todo lugar tem missão a ser realizada, mas sinto-me impelida a sair da zona de conforto do universo que conheço e partir para o desconhecido, conviver com pessoas que tem e tiveram menos oportunidade na vida, evangelizar e ser evangelizada.

 

Como você se sente, indo para as missões neste momento?

 

Espero poder somar com as demais Irmãs da inspetoria Santa Terezinha de Manaus e com os agentes de pastoral da comunidade Santa Isabel do Rio Negro que é onde trabalharei neste ano de 2020. Aprender com aqueles povos ribeirinhos, indígenas, filhos de Deus às vezes tão excluídos e desvalorizados. Estou disposta a aprender o que eles sabem e partilhar o pouco que sei. Será uma troca de experiência. Não posso falar ainda muito sobre a realidade onde vou atuar pois não conheço, mas sei que é uma cidade pequena, de descendentes indígenas, mas já bem inculturados com a cultura dos brancos; há muita vulnerabilidade, especialmente entre crianças e adolescentes, e este será meu foco principal, além de atuar em todas as questões pastorais da comunidade.

 

Quais as expectativas sobre a experiência missionária que você vai fazer?

 

Minha maior expectativa é poder somar e contribuir com aquele povo sedento de amor, fé, esperança e fraternidade, como todo ser humano.

 

Deixe uma mensagem para quem alimenta o sonho de ser missionária.

 

Minha mensagem aos que sentem esse desejo de SERVIR ao Senhor é: não deixe a oportunidade passar. Torne isso prioridade. Nada é capaz de realizar alguém como a possibilidade de ser útil, de servir. Distribua amor, sem medida. E reze. Louvo e agradeço a Deus por esta oportunidade.

 

Fonte: Inspetoria Nossa Senhora Aparecida, de Porto Alegre