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Estreinha: mês de maio, mês da Ternura Pastoral
Estreinha do mês de maio: Ternura

Neste mês de maio, dedicado à Virgem Maria Auxiliadora e às queridas mães, a Estreinha enfatiza o valor da ternura.  Que a ternura Divina e feminina desperte o encontro, a sintonia, o cuidado, a alegria, o silêncio, o amor, a gratidão e a serenidade, e com certeza, você será mais feliz.

 

O dicionário define ternura como afeto e carinho. A Páscoa revela a ternura de Deus num mundo onde reina a justiça e o seus valores. A ternura de Deus é qualificada como perdão e misericórdia. Ele acolhe o pecador. Deus olha para seus filhos com profunda compaixão. Cante-se: “a vossa ternura Senhor é sinal de interesse por nós”. “Quem ama cuida” diz o ditado. Não basta saber que Deus existe, é preciso experimentar o Seu amor, pois Deus é a própria ternura e o amor.

 

Ternura é o afeto que se devota às pessoas e a todas as coisas do mundo. Quem possui ternura adapta-se bem às outras pessoas, vive em paz com elas, sente a união com tudo o que faz e que toca, trata as pessoas com ternura e é afável com elas e não é rude ou grosseiro. Ternura implica intimidade da pessoa consigo mesma, com as necessidades e desejos de sua alma, com suas paixões e emoções. A ternura é a expressão mais autêntica da espiritualidade. A mansidão e ternura de Jesus convida, a ser manso e humilde de coração (MT 11,29). Ternura, cuidado e atenção andam juntos e são portas da vida consciente e verdadeira.

 

Toda a espiritualidade Mariana e reflexão sobre Maria, que se aborda neste mês Mariano, leva a falar de Deus. A Virgem Imaculada gerou o Cristo, fecundada pelo amor Divino; amor criador que germina a Vida. Como mãe de Jesus, cabeça da igreja, é também a mãe da igreja. Uma mãe guerreira sempre a serviço de Deus. Foi presença marcante não só na igreja desde o princípio, como Lucas relata: Todos eles perseveravam na oração, juntamente com as mulheres entre elas Maria, mãe de Jesus, e os irmãos Dele. (AT 1,14). E através de 2000 anos do cristianismo, Maria se mantém modelo de Fé, peregrina conosco, mostrando que sua maternidade espiritual é decorrência do Creio. Como numa família humana, formada e unida pela ternura da mãe, na igreja Maria é artífice da comunhão. A mãe da igreja nos torna conscientes de nosso parentesco, convoca a todos à imitação de Cristo e a estar sempre à escuta de Deus-Pai.

 

Ternura maternal, própria e natural de uma mãe, seja recompensada como a ternura e gratidão dos seus filhos.

 

Para conferir o vídeo sobre a Estreinha do mês de maio, clique aqui

 

Fonte: Site do UniSALESIANO